terça-feira, 29 de junho de 2010

A importância da inteligência financeira

Em nosso dia a dia estamos sempre sendo bombardeado por propagandas que nos incitam a comprar, temos hoje diversos estudos sobre “o comportamento do consumidor” para aumentar as vendas. Um exemplo pratico é o "Neuro marketing" que estuda a biologia do comportamento do consumidor e que reações podem incentivar (ou não) o cliente a comprar algo. Para compreender este processo, empresas do mercado começam a utilizar técnicas de “Neuro markerting”, ou seja é um campo do marketing que faz uso da aplicação de métodos neurocientíficos para analisar e entender o comportamento em relação às marcas e produtos.

Neuromarketing
Muitas vezes nos deixamos levar por um impulso por uma emoção na hora da compra, mas o que é preciso fazer nesse caso quando se trata de desenvolver uma inteligência financeira? Diante dos apelos do consumo, apelos estes muito bem estudados hoje em dia conforme exemplificado acima fica difícil não ceder à vontade de adquirir certos produtos ou serviços. Para algumas pessoas, quando se trata de dinheiro, razão e emoção travam um duelo que pode resultar em uma bola de neve de dívidas e desconforto. Para evitar isso, é preciso lançar mão de um método mais racional e objetivo: a inteligência financeira. 
Outro dia eu vi uma Frase muito interessante que posso utilizar aqui para exemplificar o que quero dizer a frase é a seguinte: “O capitalismo faz você gastar o que você não tem para ser o que você não é para a pessoa que você odeia”. Mas será que precisa ser mesmo assim?
Pois bem, o que é inteligência financeira?
Inteligência financeira é se utilizar dos recursos existentes de forma consciente e equilibrada se possível de forma mais arrojado ou seja multiplicar os recursos existentes, agindo com equilíbrio entre razão e emoção. 


Em suma, é a capacidade de saber separar desejo de necessidade, assumindo o poder que cada um possui de escolher, adquirindo novas informações e conhecimentos e desenvolvendo sua criatividade para transformar recursos. 
Também é saber eliminar gastos desnecessários, evitando desperdícios e o uso de crédito indevidamente, buscando a razão para evitar compras desnecessárias feitas por impulso. Esses impulsos é que pode levar você a comprar o desnecessário para satisfazer um desejo de momento. Mas o quanto esse “momento” vai te custar La no futuro? Dara um jeito? 
É preciso rever esse conceito! Claro que também não significa comprar exclusivamente o necessário, mas estabelecer prioridades, atendendo primeiro aquilo que se mostra indispensável e somente depois os desejos.